Lendas de Portugal: Contos de Mouras Encantadas

CHAVES, Luis,, Lisbon, Livraria Universal, 1924

Collected records

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APL 691
A Moura de Milreu

(136-146)
Estoi, FARO, FARO

Certo almocreve ronceiro ia de Faro para S. Brás de Alportel, recolhendo a casa de sua residencia. Passava a Milreu e encontrou-se com a moura, que, diziam os medrosos ...

[Unsure / Uncommitted] [Ludic written text]

APL 684
A Moura de Silves

(3-21)
Silves, SILVES, FARO

No tempo dos Mouros, a cidade de Silves era a perola do Algarve, florido á beira-mar. Á roda, os campos cobriam-se de flores brilhantes; uma relva muito verde estendia-se muito verde, como ...

[Unsure / Uncommitted] [Ludic written text]

APL 692
A Moura do Algoso

(147-160)
Algoso, VIMIOSO, BRAGANÇA

Terras trasmontanas, onde o chão, para melhor subir nas alturas do ceo, se ondeia, revolve, enovella em montes, até dar o salto mortal para as serranias enormes: ahi fica ...

[Unsure / Uncommitted] [Ludic written text]

APL 687
A Moura do Poço

(59-62)
Santa Vitória Do Ameixial, ESTREMOZ, ÉVORA

Alentejo profundo, planicie extensa, charneca silenciosa e lugubre.
 A’ beira de um caminho ha perto de Extremoz, na aldeia historica de Santa Victoria do Ameixial, um poço de alto ...

[Unsure / Uncommitted] [Scientific written text]

APL 694
A Moura Lavandeira

(203-207)
-, ARCOS DE VALDEVEZ, VIANA DO CASTELO

Arcos-de-Valdevez. Uma villa brinquedo. Povoação de presépio. Cinge-a o Vez com a serenidade apaixonada e quieta de namorado confiante. Em volta, o arvoredo aperta-a numa clareira; aberta para ...

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APL 690
A Princesa de França e o Pente de Ouro

(116-135)
Silves, SILVES, FARO

As Montanhas recortavam-se nas trevas da noite. Era uma noite azul, como tantas de essas noites luminosas da nossa terra, quando cá em baixo a treva é densa, e lá em ...

[Unsure / Uncommitted] [Ludic written text]

APL 695
Avis

(208-219)
Avis, AVIS, PORTALEGRE

I

 O Alentejo é a planicie enorme. Cansa. Ha ao longe montanhas, cuja distancia engana a vista. E’ um vasto oceano solidificado, ondas altas são as montanhas, lá além ...

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APL 696
Basília

(220-229)
-, GUARDA, GUARDA

A Beira Alta é como um degrau aonde se sobe para olhar por Portugal abaixo. Imagine-se um altar feito de montes, altar immenso, a que a neve estende a toalha branca ...

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APL 697
Desencanto inesperado

(230-235)
-, BRAGA, BRAGA

Vinho verde, parque florido, os seus campos de encanto são o pasmo dos olhos.
Terra de capelinhas brancas ao longe nos pincaros das serras de côr lilás ...

[Unsure / Uncommitted] [Ludic written text]

APL 688
Historia de Cassima, a Moura Gentil

(63-97)
Salir, LOULÉ, FARO

Era um thesouro de graças esta Cassima. As Mouras encantadas, resa a historia que são princesas. Na verdade, Cassima era bella como a princesa mais formosa, e ella ...

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APL 693
Lenda do Caramulo

(161-202)
São Vicente De Lafões, OLIVEIRA DE FRADES, VISEU

Então, tia Michaela, não nos conta hoje nenhuma historia?
 — Vá, tia Michaela, conte, conte.
 Era Inverno. O lume ardia na lareira vasta como um salão, conforme costuma ...

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APL 686
O Palacio da Moura de Óbidos

(41-58)
-, ÓBIDOS, LEIRIA

I

Obidos é uma villa encantadora, uma vila museu, onde os passos á noite ressoam nas ruas antigas, como vindo de vélhos echos renascidos. Em volta, as muralhas dos Mouros e ...

[Unsure / Uncommitted] [Ludic written text]

APL 685
Torneio de Mouras

(22-40)
-, BRAGANÇA, BRAGANÇA None [Unsure / Uncommitted] [Ludic written text]

APL 689
Zara

(98-115)
-, SINTRA, LISBOA

I

 Dizem que houve outrora em Sintra um Mouro opulento, a quem a fortuna sorria. O tempo ia bom para os Mouros. A terra, onde foi depois este Portugal, era ...

[Unsure / Uncommitted] [Ludic written text]
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