A cobra que pedia um beijo

APL 3154

À saída de Vila Flor, quem vai para o cemitério, e onde há um sobreiro, havia uma mina onde, à meia-noite, costumava aparecer uma cobra que falava e que pedia um beijo. Contava-se que ela dizia que havia de ir lá um corajoso a essa hora, e que, ao dar-lhe um beijo, ela se transformaria numa mulher muito rica. E claro, fazia-o rico a ele. Mas nunca apareceu lá esse corajoso.

Fonte Biblio PARAFITA, Alexandre Património Imaterial do Douro (Narrações Orais), Vol. 2 Peso da Régua, Fundação Museu do Douro, 2010 , p.273

Ano2010

Place of collection Vila Flor, VILA FLOR, BRAGANÇA

InformanteMaria da Conceição da Silva (F), 86 y.o.,

Narrativa

When XX Century,

CrençaUnsure / Uncommitted

Classifications