A flôr do feto real

APL 826

Zé Carpinteiro queria saber tudo e, para isso, foi armar um altar num vale onde estava um feto real, porque se dizia que, quem colhesse a flor do feto real, à meia-noite, na noite de S. João, não teria mais dificuldades na vida. Apareceu-lhe o diabo que lhe perguntou o que queria. Zé respondeu-lhe que queria saber tudo. O diabo deu um estoiro e disse: “Apanha!” E desapareceu. Zé carpinteiro, desde esse momento, perdeu o gosto e o cheiro.

Fonte Biblio VILHENA, M. Assunção Gentes da Beira Baixa Lisboa, Colibri, 1995 , p.97

Place of collection-, PROENÇA-A-NOVA, CASTELO BRANCO

InformanteAlberto Almeida (M), 76 y.o., - (PROENÇA-A-NOVA) CASTELO BRANCO,

Narrativa

When XX Century, 90s

CrençaUnsure / Uncommitted

Classifications