Moura

APL 1609

Numa agra mais distante havia, disse uma rapariga, uma “cobra que se mudaria em moura, se lhe dessem um beijo”. A cobra — acrescentou outra mulher — tinha ela visto e era de duas cores. Fala-se também numa pedra, que costumava pôr-se numa grade de lavrar, pedra muito linda que desapareceu, sem se saber como. Mas com esta história misturava-se outra “duma pedra que fora lançada ao rio, saindo dela uma moura; que se pôs a cantar, indo pelo rio abaixo”. É a mesma de Donim. As mulheres são de S. João de Airão.

Fonte Biblio SARMENTO, Francisco Martins Antígua, Tradições e Contos Populares Guimarães, Sociedade Martins Sarmento, 1998 , p.76

Place of collection Donim, GUIMARÃES, BRAGA

Narrativa

When XX Century,

CrençaUnsure / Uncommitted

Classifications