[O Fantasma Hospitaleiro]

APL 2674

Eu era muito nova e contaram-me que um senhor teve um pequeno acidente numa região e ele viu-se aflito e bateu a uma porta e vieram abrir a porta e ele entrou. Fumou, apareceu-lhe uma rapariga, ele conversou com ela, ele continuou a fumar, depois foi embora. Foi embora, quando chega a casa, ao destino dele, achou falta da cigarreira. Voltou àquela casa, bateu à porta, ninguém abriu. Perguntou ali a várias pessoas:
- Não, aí não mora ninguém. Aí já morreu toda a gente.
- Não pode ser, porque eu estive dentro desta casa e deixei a minha cigarreira aí.
E insistiu. Houve alguém que abriu a porta e a cigarreira lá estava em cima da mesa, onde ele esteve a fumar com essa tal, com a pequena que lhe abriu e a pequena já tinha falecido havia muito tempo.

Fonte Biblio AA. VV., - Arquivo do CEAO (Recolhas Inéditas) Faro, n/a,

Ano2006

Place of collection-, FARO, FARO

ColectorBruna Cristina Pinheiro (F) (18 y.o.)

InformanteAtailda Guerreiro (F), 72 y.o., born at - (FARO) FARO,

Narrativa

When XX Century,

CrençaUnsure / Uncommitted

Classifications