AA. VV., -, Literatura da tradição oral do concelho de Vila Real, s/l, UTAD / Centro de Estudos de Letras (Projecto: Estudos de Produção Literária Transmontano-duriense),
Mateus (VILA REAL) VILA REAL
Aqui à porta d’Urros, que é uma casa senhorial, também da d’armas, que aparecia um coelhinho e todas as pessoas que viam esse coelhinho ficavam assustadas, porque diziam que ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
AA. VV., -, Literatura da tradição oral do concelho de Vila Real, s/l, UTAD / Centro de Estudos de Letras (Projecto: Estudos de Produção Literária Transmontano-duriense),
Justes (VILA REAL) VILA REAL
Types: 3025,
Consta-se que a família dos Fontes, que era uma família muito abastarda (e que ainda tem descendentes na aldeia de Justes) tinham uma mula, e essa mula diz ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
PARAFITA, Alexandre, O Maravilhoso Popular - Lendas, contos, mitos, Lisboa, Plátano Editora, 2000
, 89
- (VALPAÇOS) VILA REAL
A construção da capela dos Possacos, Valpaços, está associada a uma lenda que alude à presença do Diabo por aquelas paragens em tempos que se perderam na mem ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
PARAFITA, Alexandre, Antologia de Contos Populares Vol. 1, Lisboa, Plátano Editora, 2001
, 230
Uva (VIMIOSO) BRAGANÇA
Conta-se que certo dia o Diabo, ao passar pelo termo de Uva, Vimioso, encontrou uma amendoeira em flor e sentou-se em baixo, pensando que estaria prestes a dar fruto. Entretanto ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
PARAFITA, Alexandre, Património Imaterial do Douro (Narrações Orais), Vol. 2, Peso da Régua, Fundação Museu do Douro, 2010
, 209
Seixo De Ansiães (CARRAZEDA DE ANSIÃES) BRAGANÇA
Na freguesia de Seixo de Ansiães, no caminho daquela povoação que conduz ao Rio Douro, no sítio denominado Calçadas, existe na borda do caminho uma pedra ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
PARAFITA, Alexandre, Antologia de Contos Populares Vol. 1, Lisboa, Plátano Editora, 2001
, 227
Peredo (MACEDO DE CAVALEIROS) BRAGANÇA
Noutros tempos, ia muita gente de Peredo ao pão e às tortas a Espanha. Uma noite, um homem, a quem chamavam Flé, vinha de Espanha com o filho, Carlos ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
AA. VV., -, Arquivo do CEAO (Recolhas Inéditas), Faro, n/a,
- (VILA REAL) VILA REAL
Parece que uma vez o ‘ti Manel’ andava a guardar as ovelhas com a irmã Glória num monte que se chama Serra. E eles eram muito pequeninos. O meu ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
AA. VV., -, Arquivo do CEAO (Recolhas Inéditas), Faro, n/a,
Vale Da Porca (MACEDO DE CAVALEIROS) BRAGANÇA
Havia uma casa assombrada, aonde vivia um casal de ricos e tinham caseiros. A casa todos os dias aparecia desarrumada, tudo fora de sítio, tudo desarrumado. E então ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
PARAFITA, Alexandre, O Maravilhoso Popular - Lendas, contos, mitos, Lisboa, Plátano Editora, 2000
, 102
- (VILA REAL) VILA REAL
Conta-se que o Diabo, quando corria o ano de 1718, se acoitou no Convento de Santa Clara, em Vila Real, também conhecido como santuário das “Esposas de Cristo ...
[Unsure / Uncommitted]
[Registo escrito Científico]
|
AA. VV., -, Literatura Portuguesa de Tradição Oral, s/l, Projecto Vercial - Univ. Trás -os-Montes e Alto Douro, 2003
, HD14
Penafiel (PENAFIEL) PORTO
Na aldeia de São Julião, havia uma casa onde morava sozinha uma senhora de idade. Todas as noites aparecia à porta de sua casa um rebanho de ovelhas e ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
JANA, Isilda, Histórias à Lareira, Abrantes, Palha de Abrantes, 1997
, 46
- (ABRANTES) SANTARÉM
Em solteira eu morava em Casal de Areias. Quando era dia de namoro, o meu homem ia-me lá namorar. Saía de minha casa já tarde e fazia a p ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
PARAFITA, Alexandre, Antologia de Contos Populares Vol. 1, Lisboa, Plátano Editora, 2001
, 135
Agrochão (VINHAIS) BRAGANÇA
Havia um lavrador que costumava ir todas as noites ao curral dar de comer às vacas. Uma noite ao entrar no curral encontrou um gato preto empoleirado no lombo de ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
AA. VV., -, Literatura da tradição oral do concelho de Vila Real, s/l, UTAD / Centro de Estudos de Letras (Projecto: Estudos de Produção Literária Transmontano-duriense),
Vilarinho De Samardã (VILA REAL) VILA REAL
Um dia foi esperar as irmãs por volta da meia-noite, uma hora da manhã, que estavam numa carmeada de lã. Esperou, esperou um pouco, quando tal passou por ele ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
AA. VV., -, Literatura da tradição oral do concelho de Vila Real, s/l, UTAD / Centro de Estudos de Letras (Projecto: Estudos de Produção Literária Transmontano-duriense),
Andrães (VILA REAL) VILA REAL
Andava a minha avó arrancar pedra mais o meu pai no lugar de Belansecos, o Senhor dos Aflitos. Apareceu lá um homem muito bem apresentado, muito boa gravata, e perguntou ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
FURTADO-BRUM, Ângela, Açores: Lendas e outras histórias, Ponta Delgada, Ribeiro & Caravana editores, 1999
, 188-189
- (VELAS) ILHA DE SÃO JORGE (AÇORES)
Há já muitos anos, havia um homem do lugar da Beira, em S. Jorge, que não acreditava que os diabretes fossem tão perigosos como toda a gente dizia ...
[Unsure / Uncommitted]
[Registo escrito Lúdico]
|
AA. VV., -, Literatura Portuguesa de Tradição Oral, s/l, Projecto Vercial - Univ. Trás -os-Montes e Alto Douro, 2003
, HD5
Paramos (ESPINHO) AVEIRO
Na minha terra conta-se que um homem ainda jovem e fraco de espírito começou a ter visões diabólicas. Tudo começou numa noite de luar quando ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
PARAFITA, Alexandre, A Mitologia dos Mouros: Lendas, Mitos, Serpentes, Tesouros, Vila Nova de Gaia, Gailivro, 2006
, 369
Algoso (VIMIOSO) BRAGANÇA
Diz-se que em Algoso há, num certo sítio, um tesouro encantado, deixado pelos mouros. E que o tesouro é nada mais nada menos que um lagar de ouro. Contam os ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
HENRIQUES, Francisco , Contos Populares e Lendas dos Cortelhões e dos Plingacheiros, Vila Velha de Ródão, Associação de Estudos do Alto Tejo, 2001
, 43-44
- (PROENÇA-A-NOVA) CASTELO BRANCO
Conta-se ter-se esta história passado com o meu avô e o seu irmão. Era inverno, a noite vinha cedo e a hora já ia espigada. Vinham lado a ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
VASCONCELLOS, J. Leite de, Contos Populares e Lendas II, Coimbra, por ordem da universidade, 1966
, 634-635
Orgens (VISEU) VISEU
Junto da povoação de Orgens, subúrbios de Viseu, existe um enorme penedo, sobre que assenta pequena cruz de granito. O Conde D. Gomes, rico-homem, vivia no castelo senhorial ...
[Unsure / Uncommitted]
[Registo escrito Lúdico]
|
AA. VV., -, Literatura Portuguesa de Tradição Oral, s/l, Projecto Vercial - Univ. Trás -os-Montes e Alto Douro, 2003
, HD1
Póvoa De Varzim (PÓVOA DE VARZIM) PORTO
Pela madrugada, um pescador, ao dirigir-se para o seu barco de pesca, encontrou no caminho uma mulher. Ela cumprimentou-o e ele, que a conhecia, respondeu-lhe ao cumprimento seguindo à vida. No ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
AA. VV., -, GUIA BILINGUE ALCOUTIM - SANLÚCAR: Turismo, História e Cultura Raiana, Alcoutim, Associação Transfronteiriça Alcoutim - Sanlúcar, 2006
, 29-30
Alcoutim (ALCOUTIM) FARO
Havia uma pedra muito grande, num caminho junto ao rio Guadiana, que tinha moldado uma forma de pezinho a quem as gentes chamavam de “Pezinho do Menino Jesus”; na mesma ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
BERTIANDOS, Conde de, Lendas, Ponte de Lima, Hospital Conde de Bertiandos, 1993 [1898]
, 127-135
- (PONTE DE LIMA) VIANA DO CASTELO
Quem a deshoras passar pela veiga de Fontão, e ouvir de espaço a espaço barulho soturno, afaste-se para longe: são as ondas do inferno, encapellando-se e ...
[Some Scepticism]
[Registo escrito Lúdico]
|
SARMENTO, Francisco Martins, Antígua, Tradições e Contos Populares, Guimarães, Sociedade Martins Sarmento, 1998
, 139-140
Briteiros (Santa Leocádia) (GUIMARÃES) BRAGA
Um rapaz de Santa Leocádia, caixeiro em Guimarães, vinha já depois das Trindades pelo Cano e vendo uma figura estranha em cima do tanque com uma luz na ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição de Memória]
|
SALVADO, Maria Adelaide Neto, Remoínhos, Ventos e Tempos da Beira, s/l, Band, 2000
, 23
São Vicente Da Beira (CASTELO BRANCO) CASTELO BRANCO
Os borborinhos! Eu não sei o que os origina. Só sei que são coisas do diabo, porque, se lhe atirares uma pedra e não te persinares, a ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
PINHO, Isabel, Contos e Lendas da Serra Nostra, S. Pedro do Sul, Câmara Municipal de S. Pedro do Sul, 1998
, 18
- (SÃO PEDRO DO SUL) VISEU
Motivos: F401.3.3.,
Certo dia, os meus pais foram ao moinho fazer as suas moendas. De regresso a casa, com os sacos da farinha, já passava da meia-noite quando chegaram a um certo ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|