SARMENTO, Francisco Martins, Antígua, Tradições e Contos Populares, Guimarães, Sociedade Martins Sarmento, 1998
, 159
- (GUIMARÃES) BRAGA
Na casa duma viúva via-se todas as noites à ceia, uma borboleta branca andar a apanhar as migalhas que caíam da mesa. Desconfiou-se que aquilo era alma, e bem ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição de Memória]
|
AA. VV., -, Arquivo do CEAO (Recolhas Inéditas), Faro, n/a,
Alvalade (SANTIAGO DO CACÉM) SETÚBAL
Era uma vez, era uma senhora que era muito ruim, pronto, era muito má, né? Não tinha bilhete no céu, não tinha entrada no céu porque ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
AA. VV., -, Literatura Portuguesa de Tradição Oral, s/l, Projecto Vercial - Univ. Trás -os-Montes e Alto Douro, 2003
, HD3
Peso Da Régua (PESO DA RÉGUA) VILA REAL
Aí pelo dia 23 de Dezembro, devia ser meia-noite, eu ia daqui do Salgueiral, para Jogueiros. Para encurtar o caminho, meti por um atalho. Chego acolá acima, numa encruzilhada a ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
SARMENTO, Francisco Martins, Antígua, Tradições e Contos Populares, Guimarães, Sociedade Martins Sarmento, 1998
, 116
- (GUIMARÃES) BRAGA
Isto sucedeu, há poucos dias, para os lados de Santo Amaro. Havia uma boda, parece, em Santo Amaro e foi convidada uma cunhada da dona da casa para vir cozinhar ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição de Memória]
|
AA. VV., -, Arquivo do CEAO (Recolhas Inéditas), Faro, n/a,
Faro (São Pedro) (FARO) FARO
A história que contam foi de uma rapariga que foi à Kadoc e teve um acidente e morreu. E passado uns anos houve uma senhora que todos os dias uma ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
AA. VV., -, Arquivo do CEAO (Recolhas Inéditas), Faro, n/a,
- (TAVIRA) FARO
Agora vou-lhe contar a lenda da Moura Encantada do Castelo de Tavira. Quando D. Paio Peres Correia tomou o castelo de Tavira aos mouros, o seu governador era Aben-Fabila, e ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
AA. VV., -, Arquivo do CEAO (Recolhas Inéditas), Faro, n/a,
- (SETÚBAL) SETÚBAL
Na maré da Páscoa, é uma lenda que... pronto, era uma mulher que andava sempre a lavar todos os dias da Páscoa, na Semana Santa. Então um dia ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
MOURA, José Carlos Duarte, Histórias e Superstições na Beira Baixa, Castelo Branco, RVJ editores, 2008
, 9
- (CASTELO BRANCO) CASTELO BRANCO
Certa vez um homem ia pelos campos à noite, o que por ali acontecia com frequência, quando quase todos trabalhavam no campo. Começou a ouvir barulhos estranhos atrás ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
HENRIQUES, Francisco , Contos Populares e Lendas dos Cortelhões e dos Plingacheiros, Vila Velha de Ródão, Associação de Estudos do Alto Tejo, 2001
, 277
- (MAÇÃO) SANTARÉM
O Ti Elias contou uma vez que ali no Lugar Canhoto qu’ ia um homem com um burro, c’uma carga, e a carga caiu-lhe e tava um homem sintado ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
SARMENTO, Francisco Martins, Antígua, Tradições e Contos Populares, Guimarães, Sociedade Martins Sarmento, 1998
, 110-111
Briteiros (Santa Leocádia) (GUIMARÃES) BRAGA
Uma mulher que trazia em si um espírito, para provar que o tinha, desafiava a quem quer a que fosse ver se o cadáver estava na cova. O ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição de Memória]
|
AA. VV., -, Literatura da tradição oral do concelho de Vila Real, s/l, UTAD / Centro de Estudos de Letras (Projecto: Estudos de Produção Literária Transmontano-duriense),
Mateus (VILA REAL) VILA REAL
Uma vez, eu vinha da cidade Vila Real e ao chegar aqui ao Lugar do Boque, junto ao Restaurante Mateus, à Jalema, que hoje está lá uma Agência de carros ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
SERRANO, Francisco, Elementos Históricos e Etnográficos de Mação, Mação, Câmara Municipal de Mação, 1998 [s/d]
, 153-154
- (MAÇÃO) SANTARÉM
Houve em tempos remotos em Mação uma senhora dotada de muita riquesa mas falha de caridade e de espirito cristão. Nunca se lembrava dos pobres para os socorrer ...
[Unsure / Uncommitted]
[Registo escrito Científico]
|
AA. VV., -, Arquivo do CEAO (Recolhas Inéditas), Faro, n/a,
Canhestros (FERREIRA DO ALENTEJO) BEJA
Quando vínhamos de Canhestros para Santa Margarida do Sado, na estrada atravessava um cão sem cabeça.
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
VASCONCELLOS, J. Leite de, Contos Populares e Lendas II, Coimbra, por ordem da universidade, 1966
, 686
- (VISEU) VISEU
A filha gentil do castelão D. Lopo Soeiro, rico-homem de Viseu — nobre pelos seus pergaminhos e grandemente respeitado pelo valor da sua espada percuciente — e o esbelto cavaleiro D ...
[Unsure / Uncommitted]
[Registo escrito Lúdico]
|
MOURA, José Carlos Duarte, Contos, Mitos e Lendas da Beira, Coimbra, A Mar Arte, 1996
, 16
- (CASTELO BRANCO) CASTELO BRANCO
Era uma vez uns grupos de casais que foram a acampar atrás do posto da Polícia em Toulosa. Nessa noite o burro da minha tia começou aos ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
MOURA, José Carlos Duarte, Contos, Mitos e Lendas da Beira, Coimbra, A Mar Arte, 1996
, 16
- (CASTELO BRANCO) CASTELO BRANCO
Era uma vez um homem que veio até à Fonte Longa ao Clube Desportivo, mais ou menos às 10h00 foi para casa e no meio dos pinheiros viu um cavalo preto ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
JANA, Isilda, Histórias à Lareira, Abrantes, Palha de Abrantes, 1997
, 51
Constância (CONSTÂNCIA) SANTARÉM
Foi no tempo em que se andava a construir a ponte do comboio sobre o rio Tejo, em Constância. Os homens passavam o rio Zêzere de barco, para ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
MOURA, José Carlos Duarte, Contos, Mitos e Lendas da Beira, Coimbra, A Mar Arte, 1996
, 15
- (CASTELO BRANCO) CASTELO BRANCO
Num dia de Verão, um casal resolveu ir buscar colmo para fazer vassouras e dirigiram-se para uma ribeira no Alentejo. Quando lá chegaram havia muito colmo e começaram ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
AA. VV., -, Literatura Portuguesa de Tradição Oral, s/l, Projecto Vercial - Univ. Trás -os-Montes e Alto Douro, 2003
, AP21
- (CAMINHA) VIANA DO CASTELO
Conta quem tem muita fé e acredita na vida após a morte que, depois de o coração parar e o corpo for encaixilhado e enterrado sete palmos abaixo ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
LIMA, Augusto César Pires de , Estudos Etnográficos, Filológicos e Históricos, Porto, Junta da Província do Douro Litoral, 1948
, 23-26
Silvalde (ESPINHO) AVEIRO
Um estudante dirigia-se para a vila de Santo Tirso, num dia de tempestade. A cheia do Ave não lhe consentiu a passagem. Voltando para trás, bate à porta de ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
AA. VV., -, Tradição Popular Algarvia, Faro, Direcção Geral de Educação de Adultos, s/d
, Lendas
Olhão (OLHÃO) FARO
Outra vez foi a minha mulher que foi trabalhar e vem para casa mais a minha sogra e foram tirar água do poço que tínhamos lá da cozinha ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
SARMENTO, Francisco Martins, Antígua, Tradições e Contos Populares, Guimarães, Sociedade Martins Sarmento, 1998
, 129
- (GUIMARÃES) BRAGA
Morreu em qualquer parte um sujeito de péssima reputação. Logo que faleceu começou a inchar de tal modo que não cabia num caixão ordinário ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição de Memória]
|
JANA, Isilda, Histórias à Lareira, Abrantes, Palha de Abrantes, 1997
, 47
Rossio Ao Sul Do Tejo (ABRANTES) SANTARÉM
Nós vivíamos ali por trás da linha, o meu pai esteve 12 anos naquele sítio onde está hoje a Menina Aurora. Nós íamos fazer a ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|
SARMENTO, Francisco Martins, Antígua, Tradições e Contos Populares, Guimarães, Sociedade Martins Sarmento, 1998
, 44
Briteiros (Santa Leocádia) (GUIMARÃES) BRAGA
Um tal de Santa Leocádia, indo de noite para casa, encontrou um dos da Rua que tinha morrido, há anos. O fantasma seguiu-o sempre; de caminho tornou em dois ...
[Convinced Belief]
[Transcrição de Memória]
|
AA. VV., -, Arquivo do CEAO (Recolhas Inéditas), Faro, n/a,
- (FARO) FARO
Eu era muito nova e contaram-me que um senhor teve um pequeno acidente numa região e ele viu-se aflito e bateu a uma porta e vieram abrir a porta ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
|