Bruxas

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APL 1607
[As Bruxas e a Cruz]

SARMENTO, Francisco Martins, Antígua, Tradições e Contos Populares, Guimarães, Sociedade Martins Sarmento, 1998 , 75
Selho (São Lourenço) (GUIMARÃES) BRAGA

Um rapaz daquela freguesia (S. Lourenço de Selho), há muitos anos, passando uma noite por um sítio e ouvindo grande barulho de espadelas, foi ter à espadelada; mas come ...

[Unsure / Uncommitted] [Transcrição de Memória]

APL 1674
[As Bruxas e o Diabo]

GRAÇA, A. Santos, O Poveiro, Lisboa, Publicações Dom Quixote, 1998 [1932] , 73-76
Póvoa De Varzim (PÓVOA DE VARZIM) PORTO

«A velha Reitora, que era das bruxas mais refinadas e que se gabava de falar com o Diabo à meia-noite, dizia sempre ao meu Manuel: “A ti ninguém te chega ...

[Unsure / Uncommitted] [Registo escrito Lúdico]

APL 2923
[As Bruxas e o Vento]

SALVADO, Maria Adelaide Neto, Remoínhos, Ventos e Tempos da Beira, s/l, Band, 2000 , 46-47
Orvalho (OLEIROS) CASTELO BRANCO

As bruxas é coisa má... São almas danadas, gente má que nem o diabo quis no inferno! Uma vez, isto era nos tempos antigos, quando o meu avô era mo ...

[Unsure / Uncommitted] [Transcrição Oral]

APL 43
As bruxas lavadeiras

CAMPOS, Beatriz C. D., Tarouca, Folclore e Linguística, Tarouca, Câmara Municipal de Tarouca / Escola Preparatória de Tarouca, 1985 , 37
- (TAROUCA) VISEU

O meu pai e o meu primo foram a Carrazedo buscar azeite. À entrada da povoação viram muitas mulheres a lavar roupa num tanque:
 Bom dia, senhoras. Isto é que s ...

[Convinced Belief] [Transcrição Oral]

APL 998
As bruxas lavadeiras

AA. VV., -, Literatura Portuguesa de Tradição Oral, s/l, Projecto Vercial - Univ. Trás -os-Montes e Alto Douro, 2003 , B11
- (PENAFIEL) PORTO

Nos tempos mais remotos, dizia-se que as bruxas lavavam a roupa de noite nos ribeiros.
 Uma noite, um homem que tinha um moinho, ficou de levar uns sacos de farinha ...

[Convinced Belief] [Transcrição Oral]

APL 3145
As bruxas na Fonte do Olmo

PARAFITA, Alexandre, Património Imaterial do Douro (Narrações Orais), Vol. 2, Peso da Régua, Fundação Museu do Douro, 2010 , 257
Seixo De Manhoses (VILA FLOR) BRAGANÇA

Era uma vez uma senhora chamada Elisa da Purificação, que estava a dormir e ouvindo pessoas a lavar a roupa. Mas como a fonte estava seca, não podia ...

[Unsure / Uncommitted] [Transcrição Oral]

APL 770
As bruxas na Quinta do Rato

PARAFITA, Alexandre, Património Imaterial do Douro - Narrações Orais (contos, lendas, mitos) Vol. 1, Peso da Régua, Fundação Museu do Douro, 2007 , 172-173
Sendim (TABUAÇO) VISEU

O meu avô nasceu numa quinta que está hoje abandonada ali adiante. Chamam-lhe a Quinta do Rato. E viveu lá com a avó dele, que se chamava Vitória.
 Nesse ...

[Unsure / Uncommitted] [Transcrição Oral]

APL 472
As bruxas que vinham de santarém

TENGARRINHA, Margarida, Da Memória do Povo, Lisboa, Colibri, 1999 , 44
Alvor (PORTIMÃO) FARO

Ali ond’é que eram as casas da Maria Céguinha, ó pé da Ribêra, contava a minha avó que havia um terreno vago, ah era tudo tomatêras bravas, e ...

[Some Belief] [Transcrição Oral]

APL 893
As Bruxas Viajantes

CAMPELO, Álvaro, Lendas do Vale do Minho, Valença, Associação de Municípios do Vale do Minho, 2002 , 207-209
Lovelhe (VILA NOVA DE CERVEIRA) VIANA DO CASTELO

O António andava de uns tempos a esta parte preocupado com o que lhe vinha acontecendo! Ele era um pobre pescador de Lovelhe, ainda jovem, que não fazia ...

[Unsure / Uncommitted] [Transcrição Oral]

APL 1235
As canas da Índia e os buxeiros

FURTADO-BRUM, Ângela, Açores: Lendas e outras histórias, Ponta Delgada, Ribeiro & Caravana editores, 1999 , 53-55
- (VILA DO PORTO) ILHA DE SANTA MARIA (AÇORES)

Havia, em S. Maria, um homem casado que tinha um barco e vivia com algum desafogo por ser muito assorteado e apanhar sempre grande quantidade de peixe, que vendia ou ...

[Unsure / Uncommitted] [Registo escrito Lúdico]

APL 1416
As canas da Índia nas Flores

FURTADO-BRUM, Ângela, Açores: Lendas e outras histórias, Ponta Delgada, Ribeiro & Caravana editores, 1999 , 265-266
Santa Cruz Das Flores (SANTA CRUZ DAS FLORES) ILHA DAS FLORES (AÇORES)

Há mais de dois séculos, havia na ilha das Flores um pescador que era casado e tinha uma filha a quem tinha posto o nome da mulher, Maria. N ...

[Unsure / Uncommitted] [Registo escrito Lúdico]

APL 3129
[As feiticeiras de Candoso]

PARAFITA, Alexandre, Património Imaterial do Douro (Narrações Orais), Vol. 2, Peso da Régua, Fundação Museu do Douro, 2010 , 238
Candoso (VILA FLOR) BRAGANÇA

As [feiticeiras] de Candoso, [reúnem-se] na Costeira, sítio onde há largos vestígios de minas antigas. Certa noite, um homem que por ali passava viu muitas mulheres a ...

[Unsure / Uncommitted] [Citação]

APL 1898
As Feiticeiras na Adega

SOROMENHO, Alda e Paulo, Contos Populares Portugueses (Inéditos) I Volume, Lisboa, Centro de Estudos Geográficos / INIC, 1984 , 491-492
Germil (PONTE DA BARCA) VIANA DO CASTELO

Havia um homem, que tinha uma adega de vinho e, òdepois, era roubado e constava que iam lá as feiticeiras roubar a adega! Entravam pelo buraco da chave e sa ...

[Unsure / Uncommitted] [Transcrição Oral]

APL 3098
As feiticeiras no lameiro de Arqué

PARAFITA, Alexandre, Património Imaterial do Douro (Narrações Orais), Vol. 2, Peso da Régua, Fundação Museu do Douro, 2010 , 197
Parambos (CARRAZEDA DE ANSIÃES) BRAGANÇA

No lameiro de Arqué [freguesia de Parambos], constava-se que apareciam as feiticeiras aos rapazes quando vinham dos namoros a altas horas da noite. Ouvi ao António Alberto, um rapaz ...

[Unsure / Uncommitted] [Transcrição Oral]

APL 471
A sorte da água para descobrir a bruxa

TENGARRINHA, Margarida, Da Memória do Povo, Lisboa, Colibri, 1999 , 42-43
Alvor (PORTIMÃO) FARO

O pai da minha avó tinha um menino e havia uma comadre dele que fez mal ó menino, bruxedos. O menino andava muito doente, na comia nem nada e apareceu morto ...

[Convinced Belief] [Transcrição Oral]

APL 1160
As ovelhas embruxadas

MOURA, José Carlos Duarte, Histórias e Superstições na Beira Baixa, Castelo Branco, RVJ editores, 2008 , 17
Castelo Branco (CASTELO BRANCO) CASTELO BRANCO

No tempo em que meu pai era vivo, vivia no campo e tinha ovelhas, quase todos os anos lhe morriam umas tantas.
 Estavam os animais muito bem a pastar, come ...

[Unsure / Uncommitted] [Transcrição Oral]

APL 1092
As varas embruxadas

HENRIQUES, Francisco , Contos Populares e Lendas dos Cortelhões e dos Plingacheiros, Vila Velha de Ródão, Associação de Estudos do Alto Tejo, 2001 , 114
- (PROENÇA-A-NOVA) CASTELO BRANCO

Dia seguinte ao da matança. No meio da casa havia uma boa alguidarada de chouriços para encher. O trabalho prolongou-se pela noite dentro. Às tantas faltaram varas e ...

[Unsure / Uncommitted] [Transcrição Oral]

APL 1932
[A terra das bruxas]

AZEVEDO, Ana, A Literatura Oral na Comunidade Emigrante Portuguesa em Montreal, Faro, Universidade do Algarve, 2002 , # 144
Anta (ESPINHO) AVEIRO

Lá em Portugal existe uma terra que se chama Anta, que é a terra das bruxas.
E então é a terra das bruxas porquê?
Porque os homens iam para o campo ...

[Unsure / Uncommitted] [Transcrição Oral]

APL 873
A Velha de Bico

CAMPELO, Álvaro, Lendas do Vale do Minho, Valença, Associação de Municípios do Vale do Minho, 2002 , 129-131
- (PAREDES DE COURA) VIANA DO CASTELO

O Sr. Emílio, em tempos de juventude, passara por muitas terras como pintor. Ia percorrendo as freguesias de Paredes de Coura pintando ora casas ora capelas, sempre preocupado em ...

[Unsure / Uncommitted] [Transcrição Oral]

APL 1667
[A viagem das bruxas]

SARMENTO, Francisco Martins, Antígua, Tradições e Contos Populares, Guimarães, Sociedade Martins Sarmento, 1998 , 194
- (GUIMARÃES) BRAGA

Uma vez era um homem que dormia em num barquinho (com umas casinhas), e passava gente pelo rio (o barquinho chamava-se beliche). Um dia as bruxas puseram-se em cima das ...

[Unsure / Uncommitted] [Transcrição de Memória]

APL 461
A vingança das bruxas

TENGARRINHA, Margarida, Da Memória do Povo, Lisboa, Colibri, 1999 , 28
Mexilhoeira Grande (PORTIMÃO) FARO

Há muito tempo havia na Senhora de Verde um homem chamado Zé da Costa, que por todo o lado fazia mangação das bruxas.
 Uma noite, na taberna, teimava com ...

[Convinced Belief] [Transcrição Oral]

APL 33
A vingança das bruxas de vila pouca

CAMPOS, Beatriz C. D., Tarouca, Folclore e Linguística, Tarouca, Câmara Municipal de Tarouca / Escola Preparatória de Tarouca, 1985 , 28-29
- (TAROUCA) VISEU

Em Eira Queimada havia um homem que era muito maroto em solteiro.
 Vinham aqui à missa raparigas de Vila Pouca de Salzedas e constava que duas delas eram bruxas.
 Diziam que ...

[Convinced Belief] [Transcrição Oral]

APL 469
A viúva dos montes de alvor

TENGARRINHA, Margarida, Da Memória do Povo, Lisboa, Colibri, 1999 , 40-41
Alvor (PORTIMÃO) FARO

Esta foi verdadêra, qu’eu vou contar.
 Havia uma viúva (era dos Montes) e então havia um senhor que era viúvo e tinha alguma coisa, e ...

[Convinced Belief] [Transcrição Oral]

APL 40
Avó, bruxa e maltusiana

CAMPOS, Beatriz C. D., Tarouca, Folclore e Linguística, Tarouca, Câmara Municipal de Tarouca / Escola Preparatória de Tarouca, 1985 , 33
- (TAROUCA) VISEU

Um casal tinha muitos filhos, mas, na véspera do baptizado, depois de estar a despesa da cerimónia toda feita, eles morriam sem se saber de que doença ...

[Some Belief] [Transcrição Oral]

APL 2944
Bailes de Bruxas (1)

JANA, Isilda, Histórias à Lareira, Abrantes, Palha de Abrantes, 1997 , 26
Pego (ABRANTES) SANTARÉM

A minha avó tinha cinco filhos e dormiam todos juntos. Às vezes, durante a noite, chamavam pelo pai e diziam que lhes estavam a puxar o fato. Certa noite o ...

[Unsure / Uncommitted] [Transcrição Oral]


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