JANA, Isilda, Histórias à Lareira, Abrantes, Palha de Abrantes, 1997
, 26
- (ABRANTES) SANTARÉM
Um homem morava num casal, aqui perto, e costumava vir buscar farinha às Arreciadas. Abalava de casa muito cedo, pois ia antes de ir para o trabalho. Certo dia, abalou ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
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JANA, Isilda, Histórias à Lareira, Abrantes, Palha de Abrantes, 1997
, 27
Vale De Mós (ABRANTES) SANTARÉM
Havia um homem que era sardinheiro. Em certos dias da semana, de madrugada, tinha de ir buscar as sardinhas à estação. Um dia quando ia a caminho, viu no meio ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
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JANA, Isilda, Histórias à Lareira, Abrantes, Palha de Abrantes, 1997
, 27
Mouriscas (ABRANTES) SANTARÉM
Uma vez um homem foi passear à noite. Lá longe, no meio de um campo, viu um baile das bruxas. Curioso, aproximou-se, e elas viram-no, chamaram-no e fizeram-no dançar com ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
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AA. VV., -, Arquivo do CEAO (Recolhas Inéditas), Faro, n/a,
Santa Cruz (ALMODÔVAR) BEJA
Informante: Havia lá um homem, que era meu compadre, e tinha um bebe e eu fui madrinha desse bebe. Fui madrinha desse bebé, e o bebé era da cintura para ...
[Convinced Belief]
[Transcrição Oral]
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SARMENTO, Francisco Martins, Antígua, Tradições e Contos Populares, Guimarães, Sociedade Martins Sarmento, 1998
, 110
Briteiros (Santa Leocádia) (GUIMARÃES) BRAGA
Uma mulher, que em Santa Leocádia passava por bruxa (a mesma que para se vingar de um homem que se recusava a ir a uma malhada dela, o arrastara ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição de Memória]
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AA. VV., -, Literatura Portuguesa de Tradição Oral, s/l, Projecto Vercial - Univ. Trás -os-Montes e Alto Douro, 2003
, B9
Balazar (PÓVOA DE VARZIM) PORTO
Certo dia, a D. Maria adoeceu sem se saber qual o motivo da doença e qual a sua origem. Nem o médico da altura sabia o que se ...
[Convinced Belief]
[Transcrição Oral]
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BARRETO, Kalidás, Monografia do Concelho de Castanheira de Pera, Castanheira de Pera, Câmara Municipal de C. Pera, 2001
, 254
Castanheira De Pêra (CASTANHEIRA DE PÊRA) LEIRIA
O barbeiro foi chamado para ir ao local do Mosteiro ver uma mulher que estava doente. No seu regresso a pé, para casa, meteu-se a noite e quando chegou a ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
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BARRETO, Kalidás, Monografia do Concelho de Castanheira de Pera, Castanheira de Pera, Câmara Municipal de C. Pera, 2001
, 253-254
Castanheira De Pêra (CASTANHEIRA DE PÊRA) LEIRIA
O barbeiro foi chamado para ir ao local do Mosteiro ver uma mulher que estava doente. No seu regresso a pé, para casa, meteu-se a noite e quando chegou a ...
[Some Belief]
[Transcrição de Memória]
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DUARTE, Joaninha, A Luz da Cal ao Canto do Lume, Lisboa, Colibri, 2009
, 234
Mora (MORA) ÉVORA
A minha avó tinha-se zangado com o meu avô. Como o meu avô guardava ovelhas tinha sempre um molhe de cajados atrás da porta. Então, ele tinha-se zangado ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
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MORGADO, Isabel, Viagens ao Imaginário, Torres Vedras, Centro de Formação das Escolas de Torres Vedras, 1999
, 69
- (TORRES VEDRAS) LISBOA
Um grupo de pessoas que ia para o Varatojo viu muitas luzes na escuridão. As luzes rodavam entre si como se estivessem a dançar. E, no momento em ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
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MORGADO, Isabel, Viagens ao Imaginário, Torres Vedras, Centro de Formação das Escolas de Torres Vedras, 1999
, 69
- (TORRES VEDRAS) LISBOA
Diz-se que as bruxas eram mulheres que tinham O Livro de S. “Cepriano”, e que de noite iam às encruzilhadas ler o tal livro e falavam com o Diabo que ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
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MORGADO, Isabel, Viagens ao Imaginário, Torres Vedras, Centro de Formação das Escolas de Torres Vedras, 1999
, 70
- (TORRES VEDRAS) LISBOA
Havia uma mulher que era bruxa. As bruxas antigamente juntavam-se aos grupos e iam bailar para as encruzilhadas. Houve um dia um grupo de rapazes que foi espreitar e um ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
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SARMENTO, Francisco Martins, Antígua, Tradições e Contos Populares, Guimarães, Sociedade Martins Sarmento, 1998
, 122
- (GUIMARÃES) BRAGA
Uma noite as bruxas deram com um lavrador que guiava um carro de bois. Ele viu-as saltar no jugo (luzinhas) e andou, andou toda a noite. Ao romper do dia ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição de Memória]
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MOURA, José Carlos Duarte, Histórias e Superstições na Beira Baixa, Castelo Branco, RVJ editores, 2008
, 27
Benquerenças (CASTELO BRANCO) CASTELO BRANCO
Portela é um lugar onde se cruzam diversas vias situado à entrada das Benquerenças de Baixo. Segundo se dizia, e algumas pessoas acreditavam, era ali que as bruxas da terra e ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
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AA. VV., -, Arquivo do CEAO (Recolhas Inéditas), Faro, n/a,
Nossa Senhora De Machede (ÉVORA) ÉVORA
Contava-se que havia lá [em São Vicente de Valongo] umas bruxas vestidas de branco que iam às terças e às sextas-feiras para as encruzilhadas das estradas fazer mal ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
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HENRIQUES, Francisco , Contos Populares e Lendas dos Cortelhões e dos Plingacheiros, Vila Velha de Ródão, Associação de Estudos do Alto Tejo, 2001
, 118-119
- (MAÇÃO) SANTARÉM
O Tonho do Pereiro qu’ namorava a minha prima da Fêtera e tava lá im Lisboa e veio pra vir cá à inspecção (isto foi no tempe das cerejas ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
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AA. VV., -, Arquivo do CEAO (Recolhas Inéditas), Faro, n/a,
Quarteira (LOULÉ) FARO
A minha mãe trabalhava no armazém deste senhor e este senhor tinha uma padaria e tinha uma loja, ainda lá está a loja no mesmo lugar, a casa ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
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AA. VV., -, Inquérito Boléu (recolhas inéditas), Coimbra, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra,
, “Histórias de animais”, Resumo dos costumes e linguagem de Bemposta (Mogadouro), pp. 68-70.
Bemposta (MOGADOURO) BRAGANÇA
Oube uma trubuada m~utu grande e biñãu ali à ponte e disse k’ãdaba um ome dedepidu, sem camisa. Ele disse: é así a minha sorte e bai o ome ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
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SARMENTO, Francisco Martins, Antígua, Tradições e Contos Populares, Guimarães, Sociedade Martins Sarmento, 1998
, 218-219
- (GUIMARÃES) BRAGA
Eram dois rapazes, cada um dos quais namorava a sua rapariga, e, como elas eram irmãs e viviam na mesma casa, os rapazes iam sempre de companhia. Repararam em ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição de Memória]
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CAMPOS, Beatriz C. D., Tarouca, Folclore e Linguística, Tarouca, Câmara Municipal de Tarouca / Escola Preparatória de Tarouca, 1985
, 36-37
- (TAROUCA) VISEU
Dois almocreves andavam com os seus burros a vender milho. Numa das terras por onde passaram pediram colheita numa casa e lá pernoitaram. A certa altura da noite acordaram e ...
[Some Belief]
[Transcrição Oral]
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SARMENTO, Francisco Martins, Antígua, Tradições e Contos Populares, Guimarães, Sociedade Martins Sarmento, 1998
, 218
- (GUIMARÃES) BRAGA
(perto do Salgueiral). Ouviu-as um sujeito daqueles sítios, que se pôs a desafiá-las; mas a família de casa aconselhou-o a fechar a janela e a recolher-se ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição de Memória]
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HENRIQUES, Francisco , Contos Populares e Lendas dos Cortelhões e dos Plingacheiros, Vila Velha de Ródão, Associação de Estudos do Alto Tejo, 2001
, 278
- (MAÇÃO) SANTARÉM
Uma vez havia um homem do Serimógão, eu já num sei e quem e qu’ ele era. Tamém andava c’uns bois ali no Vale d’Agua ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição Oral]
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SARMENTO, Francisco Martins, Antígua, Tradições e Contos Populares, Guimarães, Sociedade Martins Sarmento, 1998
, 121
Ronfe (GUIMARÃES) BRAGA
Um criado velho da Margarida, indo acompanhando, de noite, uma parenta dele que de Ronfe seguia, a cavalo numa jumenta, para a Veiga do Penso, teve, bem como a ama ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição de Memória]
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CAMPOS, Beatriz C. D., Tarouca, Folclore e Linguística, Tarouca, Câmara Municipal de Tarouca / Escola Preparatória de Tarouca, 1985
, 32
- (TAROUCA) VISEU
Uma mulher tinha uma filha a quem as bruxas queriam fazer mal. Elas combinaram entre si que haviam de matar a menina, mal a mãe a deixasse sozinha em ...
[Some Belief]
[Transcrição Oral]
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SARMENTO, Francisco Martins, Antígua, Tradições e Contos Populares, Guimarães, Sociedade Martins Sarmento, 1998
, 236
Briteiros (Santa Leocádia) (GUIMARÃES) BRAGA
Também anda pelas aldeias. Conduz as bruxas e o diabo. As bruxas vêm dançando, mesmo dentro do carro, e passando por casas, onde espreitem o carro, atiram-lhes ...
[Unsure / Uncommitted]
[Transcrição de Memória]
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